Os eventos de reflexão e partilha interna (momentos de reunião de toda a família Resiway) têm vindo a ganhar dimensão na nossa cultura de trabalho, tendo como finalidade um valor supremo: cuidar das vinculações entre as (nossas) Pessoas e a (nossa) Organização.
Este vínculo procura aprofundar os laços pessoais estabelecidos entre todos os membros da família Resiway bem como partilhar, em coletivo, saberes e experiências responsáveis pela conquista de todos os nossos sucessos.
A questão, ou uma boa questão, nestes eventos, é saber se os sintomas humanos de afeição são assim tão importantes e se precisamos da energia das relações com todo o sentido gregário e social – isto é, “o que nos liga emocionalmente à Resiway?” ou, “quais os sentimentos que nos ligam a um propósito coletivo?” Creio que todos teremos obtido respostas esmagadoras a estas questões na nossa última reunião de família.
Queremos, indubitavelmente, ser uma Organização que permita às nossas pessoas que ajam com as mentes e os corações. Aceitamos que cada pessoa é diferente da outra e tem formas diversas de ver e sentir a organização. É, pois, nessa pluralidade que devemos estabelecer as ligações ou os laços afetivos essenciais à construção de relações positivas e duradouras, bem como de uma identidade organizacional diferenciadora.
Reforçamos, aqui, o nosso paradigma: cuidar pessoas é gerir empatias e afetos, tanto os positivos quanto os negativos.
Imbuídos por uma inabalável determinação, construímos relações de trabalho a partir de sentimentos verdadeiros e recíprocos, o que nos transporta para uma pertença organizacional cada vez mais sólida.
Aceitamos, neste estágio de metamorfose organizacional, aspetos potenciadores de sentimentos de pertença e de partilha de alguns valores incorporados no nosso trajeto – ou seja, temos disposição para mudar, somos capazes de fortalecer a satisfação e dissipar a acomodação, pertencemos a um grupo de humanos que sonha um mundo “gigante“, afirmamo-nos com orgulho e entusiasmo, partilhamos o desejo de um futuro “comum“, e acima de tudo, gostamos das nossas Pessoas.
E, não menos importante, ficamos com os olhos vidrados de emoção sempre que sentimos as nossas Pessoas. A nossa Organização.